22 de Setembro: Dia Mundial Sem Carro
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Os carros, inegavelmente, foram uma evolução para o modo de vida do homem. As estradas avançaram fronteiras e as distâncias longas rapidamente se encurtaram. Mas também há muitos problemas que vieram de carona com o mercado automobilístico: o aumento da poluição, a imensa concentração de carros em grandes cidades e o trânsito irracional são alguns bons exemplos.

Foi para repensar tudo isso que foi criado o Dia Mundial Sem Carro, celebrado em 22 de setembro. A data foi criada em 1997 na França, mas a ideia de deixar o carro em casa como forma de propagandear o uso menos intensivo dos veículos automotores e mostrar que existem alternativas de transporte menos danosas ao meio ambiente deu tão certo que, já em 2000, cerca de 760 cidades europeias participavam da iniciativa.

O Brasil colocou a ideia em prática em 2001 onde 11 cidades se envolveram: Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas (RS); Piracicaba (SP); Vitória (ES); Belém (PA); Cuiabá (MT), Goiânia (GO); Belo Horizonte (MG); Joinville (SC) e São Luís (MA). Em São Paulo, atividades relacionadas à data começaram a acontecer em 2003, mas apenas em 2005 o evento passou a ter apoio de secretarias municipais.

No Dia Mundial Sem Carro temos a oportunidade de refletir sobre a nossa mobilidade cotidiana e  os benefícios de usar transporte coletivo, que é o meio mais sustentável de locomoção dentro das cidades grandes. Suas vantagens são diversas, como:

Menos poluição – A contribuição para o meio ambiente é enorme. Menos carros trafegando pelas ruas significa menos poluição, ar mais saudável. E não só nossos pulmões agradecem, mas nossos ouvidos também. Menos carros também significa menos poluição sonora e menos ocupação dos espaços urbanos.

Alternativa para melhorar o trânsito – A maioria das grandes cidades sofre com congestionamentos. Trajetos de 30 minutos tornam-se horas, facilmente. Com transporte público eficiente, essa realidade muda drasticamente.

Economia – Essa vantagem é bem clara. O valor do carro em si somado a combustível, estacionamento, impostos e manutenção têm transformado carro em um artigo de luxo para muitos brasileiros. O transporte coletivo ainda é a opção mais econômica, e, portanto, deveria ser uma prioridade de todos os Estados.

Além de desafogar o trânsito, atrair mais usuários para o transporte coletivo traz outros benefícios à população. Com menos veículos nas ruas, a poluição sonora, do ar e da água é reduzida. As chances de acidentes de trânsito também diminuem, contribuindo com o sistema de saúde do município e fazendo com que as pessoas não necessitem ficar afastadas de seus trabalhos. Além disso, a cidade também tem ganhos de espaço público e sociabilização, com maior possibilidade de interação. Com menos carros nas ruas, espaços poderiam ser reaproveitados.

 

Praticidade, segurança e qualidade de vida

Mobilidade é também adaptar-se. Com as inúmeras mudanças de comportamento, tecnologia e prioridades, é urgente a necessidade de atender às variadas preferências de cada indivíduo.

E no Dia Mundial Sem Carro temos a oportunidade de refletir sobre isso. Para o transporte coletivo ter sucesso, é preciso atentar-se às novas exigências do público a fim de identificar os caminhos que levam a melhoria da qualidade de vida dele. Afinal, este é o verdadeiro propósito dos recursos tecnológicos e transportes públicos. 

A Transdata dispõe de tecnologias responsáveis por favorecer a mobilidade urbana. Um bom recurso é a Bilhetagem eletrônica, que automatiza o procedimento de pagamento das viagens realizadas em ônibus por meio de créditos pré-pagos pelo usuário em cartões contacless (sem contato). Outra funcionalidade presente no sistema é a importação e exportação de dados por uma rede wi-fi. Os valores das tarifas também são recalculados de maneira autônoma. Seus benefícios são a substituição de dinheiro redução de assaltos, minimização de filas no embarque e melhor gestão das tarifas cobradas. 

Já a solução Tarifa Georreferenciada foi desenvolvida para dar um caráter justo e atrativo aos passageiros do transporte coletivo intermunicipal em cobranças de passagens. O pagamento é feito apenas por trecho percorrido. Para isso, ele utiliza coordenadas de geoposicionamento em um processo automatizado. Seus benefícios são o aumento da atratividade do transporte coletivo, substituição do dinheiro embarcado e otimização do fluxo de caixa. 

Nós, da Transdata, usamos nosso conhecimento, estrutura e experiência para ampliar a mobilidade e levar praticidade, segurança e qualidade de vida a todos.

Andriei Galdini
Viena, Londres e St. Albert: os insights das três cidades mais inteligentes do mundo
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A criação de cidades inteligentes, chamadas de Smart Cities, é um assunto que desperta cada vez mais o interesse do governo e da população. As Smart Cities são aquelas que utilizam a tecnologia para promover o bem-estar dos moradores, o crescimento econômico e, ao mesmo tempo, melhorar a sustentabilidade.

Mas engana-se quem pensa que a única preocupação de uma Smart City é o desenvolvimento tecnológico. Essas ações podem acontecer em vários setores como planejamento urbano, habitação social, energia, mobilidade urbana, coleta de lixo, controle da poluição do ar, entre outros.

Apesar de ser uma estratégia relativamente recente, o conceito de cidades inteligentes já faz parte do planejamento de localidades do mundo todo. Segundo a tese apresentada pela empresa alemã de consultoria estratégica Roland Berger no ‘Smart City Strategy Index 2019’ (SCSI 2019), relatório que elencou as cidades inteligentes mais preparadas para o futuro a partir da análise dos planejamentos e ações de 153 Smart Cities, as cidades Viena, na Áustria, foi coroada como a melhor do mundo pela segunda vez consecutiva; Londres, na Inglaterra, vem em seguida, acompanhada pela canadense St. Albert.

Viena

Algumas das principais metas da cidade para as próximas décadas incluem a área da educação, com o fortalecimento de escolas integrais de alta qualidade para crianças e jovens, e incentivo para que os cidadãos continuem em instituições de ensino mesmo depois de encerrarem o período de educação obrigatória. Até 2050, a cidade pretende se transformar em um dos cinco maiores polos europeus de pesquisa e inovação.

No quesito administrativo, Viena quer se tornar a cidade europeia mais progressista em relação à transparência governamental até o próximo ano. Outros objetivos importantes são manter um sistema de saúde público forte e socialmente equitativo; preservar as áreas verdes mesmo com o crescimento da cidade e fortalecer ainda mais o transporte público, pois Viena conta com um ótimo serviço que facilita muito a vida dos vienenses e também dos turistas. Não importa qual meio de transporte utilizará por lá: o bilhete a ser usado é o mesmo. O bilhete, chamado VOR, possui várias opções de acordo com o tempo de validade e a zona da cidade que ele abrange.

Londres

Algumas iniciativas recentes da cidade incluem a cobrança de taxa para a circulação de veículos poluentes na região central da capital da Inglaterra, como tentativa de reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera e melhorar a saúde respiratória dos londrinos. A capital da Inglaterra é uma cidade pioneira em mobilidade: implantou o primeiro túnel submarino, o primeiro aeroporto internacional e a primeira rede ferroviária subterrânea do mundo, o London Underground, conhecido como The Tube. Hoje, o sistema de transporte da cidade é referência mundial por integrar metrô, trem, ônibus, bicicleta e táxis. O metrô de Londres tem mais de 400 quilômetros de extensão, e transporta cerca de 1,1 bilhão de passageiros por ano. A peça-chave desse sistema integrado é o Oyster Card, outra referência criada por Londres. O sistema de bilhetagem eletrônica permite que os moradores acessem os diferentes tipos de transporte com apenas um cartão. O Oyster dá acesso ao metrô, ônibus, trens e aos barcos que sobem e descem o Rio Tâmisa. Outra iniciativa adotada pela cidade foi o pedágio de congestionamento, que restringe a circulação de carros no centro. O objetivo é estimular o uso do transporte público e reduzir as emissões de carbono pelos veículos.

St. Albert

Com cerca de 53 mil habitantes, a cidade canadense St. Albert pode ser considerada pequena em relação a Viena, que tem mais de 1,8 milhão de habitantes, e Londres, com mais de 8 milhões. Mas ela é gigante em seu desenvolvimento como smart city. Publicado em 2016, o plano diretor da cidade inteligente apresenta 22 estratégias que integram aspectos tecnológicos e inovadores. Os três principais objetivos desse plano são a melhoria da prestação de serviços aos cidadãos, o desenvolvimento econômico e a eficiência organizacional.

Um exemplo de tecnologia inteligente utilizada em St. Albert são os seus semáforos. No ano passado, foram instalados sistemas inteligentes de transporte para melhorar o fluxo de tráfego da cidade, que funcionam a partir da coleta de dados e monitoramento das vias.

Essas informações são usadas para que os sinais de trânsito funcionem de maneira personalizada a fim de evitar a formação de congestionamentos.

Brasil na lista

Região Metropolitana de Curitiba, a cidade que inventou o conceito de Bus Rapid Transit (BRT), não poderia ficar de fora dessa lista! E ficamos muito orgulhosos de algumas soluções da Transdata, como sistema de validação, biometria facial e o modelo de bilhetagem com recursos extras nos cartões (uso de créditos pré-pagos em lojas físicas e online e pagamento com cartões de crédito – por tecnologia EMV ou celulares com sistema NFC) tenham ajudado a tornar essa cidade ainda mais inteligente.

Outras iniciativas como o AtlasPay - App criado pela Transdata que permite a passageiro pagar tarifa usando apenas seu smartphone, e o CittaMobi, que calcula em tempo real quanto tempo o ônibus vai demorar a chegar, vieram também para ajudar a criarmos mais cidades inteligentes no nosso país!

Para nós, da Transdata, onde houver pessoas falando de conectividade, cidades inteligentes buscando inovações tecnológicas para melhorar a locomoção e a coleta automatizada de tarifas, estaremos lá. Usamos nosso conhecimento, estrutura e experiência para ampliar a mobilidade e levar praticidade, segurança e qualidade de vida a todos.

O que achou dos insights? Para mais informações, acesse: www.itstransdata.com

Andriei Galdini
O sistema rodoviário está em transformação. Prepare-se!
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O transporte rodoviário é aquele realizado em estradas, ruas e rodovias pavimentadas ou não. Na prática, movimenta desde mercadorias a animais e pessoas por meio de veículos automotores como, por exemplo, ônibus e caminhões. Trata-se de um meio de deslocamento indicado para percorrer distâncias curtas devido às características de agilidade, dinamismo e facilidade de ir em busca de rotas alternativas. Do ponto de vista histórico, o sistema apareceu no final do século XIX ao substituir o uso de carruagens. Mas, despontou apenas na década de XX durante o crescimento da indústria automobilística. 

Há registros de que os primeiros investimentos na infraestrutura rodoviária aconteceram no governo de Washington Luís que auxiliou na construção da Rodovia Rio-São Paulo. Em seguida, Getúlio Vargas e Gaspar Dutra continuaram os investimentos. Por fim, Juscelino Kubitschek propagou o pensamento de que a rodovia é sinônimo de modernidade enquanto que as ferrovias são “o símbolo do passado” e incentivou a vinda de grandes fabricantes de automóveis. Volkswagen, Ford e General Motors chegaram ao Brasil neste período. 

Atualmente, o transporte rodoviário brasileiro encontra-se em oitavo lugar no ranking dos maiores ao redor do mundo. No país, a abrangência de 1 720 700 quilômetros de estradas e rodovias o insere na colocação de principal sistema logístico. Segundo informações divulgadas pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 60% do deslocamento concentra-se neste segmento. No entanto, a intensa utilização não significa qualidade. Apenas 105 814 quilômetros da malha viária tem pavimentação dos quais cerca de 34% estão em situação regular e 16% em condições ruins ou péssimas por conta do alto custo de manutenção. 

Outro dado preocupante são os caminhos em situações precárias que resultam em acidentes. Somente no último ano houve 89 518 acidentes com 84 256 passageiros feridos e 6 245 levados a óbito. Neste contexto, as rodovias em melhores estados são as concedidas à iniciativa privada. Mas, que ainda estão estacionadas no quesito inovação.“Ultimamente aconteceu a modernização dos ônibus. Os transportes aéreos e por carona também modificaram-se, porém, o sistema rodoviário permaneceu estagnado e os passageiros sentiram esse reflexo. Portanto, esta é a hora de resgatar os valores de qualidade e fácil acesso da viagem rodoviária a fim de empoderá-la”, afirma Devanir Magrini, Diretor de Negócios da Transdata. 

Alinhada à nova legislação com vigência em janeiro de 2019 que instituiu a utilização do Bilhete de Passagem Eletrônico (BP-e), a proposta da Transdata para iniciar a inovação no sistema é a solução tecnológica “Rodoviário”. A iniciativa tem o objetivo de auxiliar as empresas de transporte rodoviário de linhas interestaduais e intermunicipais a fazerem a transição da emissão dos documentos em papel para a automatização do processo. “O lançamento inédito em âmbito nacional é fruto de um trabalho em conjunto com o mercado Rodoviário. A partir de um planejamento, conseguimos ouvir e entender as expectativas dos clientes a fim de entregar um produto diferenciado para os passageiros”, explica Magrini. 

O recurso é o BusPlus, plataforma online de reserva e venda de passagens modular e escalável, totalmente flexível. Ou seja, pode ser customizado e integrado a outras soluções já empregadas pelo operador de transporte. Entre os diferenciais da ferramenta estão a emissão de BP-e (com venda em guichês, computadores, celulares e totens de autoatendimento), check in de passageiros do BP-e por um aplicativo próprio, envio ágil de relatórios de controle diretamente na tela, e, simplificação do procedimento de implantação e acesso por administradores e passageiros (em computadores, tablets e celulares). 

A solução inovadora reserva e vende passagens integrando canais presenciais e virtuais. Por sua vez, o pagamento tem a possibilidade de ser efetuado em dinheiro, cartão de débito ou crédito, vouchers e operações específicas em um carrinho de compras sincronizado entre as várias abas de mapas de viagem. O “Rodoviário” também permite a elaboração de programas de fidelidade com foco no passageiro, indica formas de aproveitar os trechos, visualiza as passagens vendidas ou canceladas e identifica a inserção de especificidades tais como ticket de idoso ou estudante. 

Em suma, a solução “Rodoviário” é um meio da Transdata reforçar o estímulo a conexão de caminhos. Venha com a gente nessa transformação em prol da mobilidade humana!

Andriei Galdini
O ontem, o hoje e o amanhã da Mobilidade Urbana

O Diretor de Produtos da Transdata, Rafael Teles, palestrou na UNICAMP sobre o ontem, o hoje e o amanhã da mobilidade urbana. O executivo começou sua explanação com a seguinte pergunta:

Como será que nossos pais imaginavam o sistema de transporte de hoje?

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E como estamos hoje?

Todas estas ideias tiveram algo em comum: eram ilusões sobre o futuro. E de lá para cá, muitas ainda continuam vistas como salvadoras da mobilidade. E por que isso acontece? Pela complexidade do sistema, pelas tecnologias disponíveis, pelos hábitos, desejos e necessidades das pessoas e por mais inúmeros fatores que envolvem esse complexo ecossistema. Mas neste caminho, entre todos estes anos, uma coisa ficou muito clara: não basta idealizar os meios de transporte do futuro, é preciso pensar nas pessoas e suas jornadas! 

A mobilidade através do tempo

Século 19: a era industrial. Durante a primeira revolução industrial, ferrovias e redes de transporte público fixos apoiaram a concentração da população e do emprego nas cidades emergentes.

Século 20: a chegada dos carros. A chegada de veículos motorizados, produzidos em massa, levou à ascensão da suburbanização e descentralização de atividades além das fronteiras da cidade.

Século 21: a era digital. O acesso às informações para todo mundo, abriu novas oportunidades para tornar a rede de transporte mais eficiente e amigável. A cada dia, o sistema se torna mais personalizado para o que os usuários querem, quando querem e como querem, através de escolhas por consumo e conveniência.

Sobre a Revolução Industrial, a 1ª - usou água e vapor: mecanizou a produção; a 2ª - usou energia elétrica: permitiu a produção em massa; a 3ª - usou eletrônica e tecnologia da informação: automatizou a produção; e a 4ª - evolui da 3ª: a convergência de tecnologias dilui fronteiras entre o físico, o digital e o biológico. Estamos na 4ª Revolução Industrial, a famosa Indústria 4.0.

E hoje, quais os mitos da mobilidade?

São muitas promessas de transformação e evolução como os aplicativos de carona e compartilhamento de carro que vão substituir o transporte de massa, os carros elétricos que vão solucionar as questões ambientais e de transporte urbano, e os carros autônomos que vão promover a ampliação da locomoção com fluidez, acessibilidade e segurança.

Mas o que temos visto é um pouco diferente! Os Apps inserem mais veículos nas ruas e geram mais trânsito e poluição e os carros autônomos ainda não possuem a segurança ideal e passam por uma ampla crise ética e legal, pois esbarram em aspectos fundamentais da humanidade. Ambos iniciam parcerias para dar opções de transporte coletivo.

Com isso, hoje temos uma certeza: integração é o presente e o futuro da mobilidade. Assim, o transporte será coletivo, sustentável e sem trânsito. Um ecossistema integrado, com recursos efetivos para promover o transporte multimodal, pagamento variado e serviços conectados, torna-se realidade com o avanço da tecnologia. E tudo focado no passageiro. Seja qual for o cenário, o passageiro está sempre em primeiro plano.

Conveniência, experiência e custo. Estes são os pilares da jornada do cliente de transporte público. Está na palma da mão a escolha por uma locomoção intermodal, com meio de pagamento diversificado, planejando, selecionando e até pagando o serviço via aplicativo. Não dá mais para impor como as viagens acontecerão, nem quanto ou como as pessoas pagarão por elas. Se antes o passageiro se adaptava às rotas e pontos, hoje é o sistema de transporte que precisa atender às necessidades dos clientes.

Então para onde vamos?

O presente e o futuro nos fazem ir além: usar a tecnologia para repensar o design dos serviços. Exemplos disso são o MaaS – Mobility as a Service: conceito ideal para o novo momento, mas que exige um suporte tecnológico adequado e ferramentas integradas para um sistema dinâmico, modular e personalizável; e o Omnichanel: permitir ao cliente meios de consulta, reserva e pagamento pelo deslocamento em uma única plataforma – independente de quantos e quais modais utilizará, havendo integração tarifária ou não.

Não apenas as necessidades dos passageiros mudaram, mas também a maneira de interagir com os meios de transporte. É preciso evoluir e acompanhar estas transformações. Há 25 anos, a Transdata atua de forma precisa e colaborativa com operadores de trânsito e gestores através de soluções modernas e integradas que facilitam o dia a dia dos usuários e permitem maior eficiência na gestão do sistema de transporte.

O objetivo é integrar soluções para que possam mudar o jeito como as pessoas se conectam à cidade e a tudo o que ela oferece: trabalho, lazer, educação ou saúde. O transporte público é a condição básica de acesso a tudo isso e a tecnologia deve torná-lo tão inteligente quanto as cidades precisam ser!

Andriei Galdini
O que os gestores precisam saber sobre gestão de frotas
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Recentemente, a temática de gestão de frotas apareceu de maneira constante no mercado devido à 4ª edição do Frotas Conectadas que aconteceu no último mês em São Paulo sendo o maior evento de  Logística e Inovação do Brasil. Na prática, a atividade trata-se de um pilar fundamental para a sustentabilidade dos negócios que pertencem ao universo da mobilidade.

Quando o assunto é gerenciamento de veículos, as empresas tendem a adotar a iniciativa a partir do objetivo direto de reduzir os custos. Esta prática será ainda mais positiva quando os gestores refletirem sobre um planejamento estratégico a fim de aumentar a qualidade do serviço ao  otimizar as funcionalidades do sistema operacional para todo o ecossistema envolvido neste processo. Afinal, a aplicação de um gerenciamento inteligente de veículos resulta em um uso consciente dos recursos da companhia.

Neste contexto, listamos algumas que vão ajudar na gestão de frotas. Veja abaixo:

Documentação

Uma tarefa importante, mas pouco realizada na gestão de frotas é o acompanhamento das documentações referentes aos veículos porque um simples papel desatualizado é capaz de gerar grandes problemas futuros. Neste caso, também é imprescindível ter cuidado com a legislação. É inegável que os carros de frotas estão mais sujeitos a serem parados em blitz em relação aos demais já que percorrem muitos quilômetros todos os dias e em diferentes lugares, portanto, devem estar de acordo com as leis de trânsito e de transporte de cargas para evitar gastos desnecessários com multas.

Manutenção Preventiva

A manutenção preventiva é o ato de identificar e solucionar os problemas nas peças dos veículos antes que eles tenham a chance de se manifestar - o que aumenta a vida útil dos recursos e diminui o impacto na disponibilidade da frota. Outro benefício da ação, é a redução de custos ao prevenir acidentes.

Capacitação

Diante dos obstáculos diários enfrentados pelos motoristas, os treinamentos técnico e comportamental da equipe é um dos caminhos para obter o melhor desempenho de cada colaborador. Portanto, é recomendável abordar as seguintes questões em capacitações: cuidados com os veículos, leis de trânsito, direção defensiva, e, a importância do investimento na saúde e bem-estar.

Tecnologia

Em meio a uma sociedade em constantes transformações, o mercado torna-se cada vez mais competitivo. Logo, a agilidade na busca de informações que melhorem o funcionamento da frota é um diferencial perante a concorrência. Na prática, esta pró-atividade das empresas é possível por causa da tecnologia. Os softwares de gestão auxiliam no acompanhamento de diversas tarefas. Neste caso, vale ressaltar a tarifa georreferenciada na qual o passageiro paga apenas o trecho percorrido e o monitoramento online de todo o sistema via GPS.

Andriei Galdini
Quando a tecnologia deixa de ser produto para tornar-se serviço
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Recentemente, a Transdata esteve presente na 6ª Semana UITP América Latina a fim de debater sobre a tendência mercadológica de ticketing-as-a-service (TaaS). O evento que aconteceu em São Paulo com o objetivo de abordar a importância da tecnologia no segmento de transporte público teve a responsabilidade de reunir aproximadamente 250 participantes sendo eles autoridades, provedores e operadores. Na prática, o conceito refere-se ao uso da internet e aplicativos móveis nas atividades de autoatendimento tais como recarga automática dos serviços de gerenciamento de cartões, e, registro e aquisição do produto. Nesta iniciativa, a venda casada de soluções deixa de existir a fim de abrir as portas para ofertas modulares nas quais os consumidores são capazes de priorizar as reais necessidades individuais e pagar apenas pelas funcionalidades utilizadas. Ou seja, o TaaS é o caminho ideal de otimização não somente de um único produto, mas de toda a cadeia de entregas em si.

Ao abordar as características desta tendência, é possível citar o perfil modular que se adequa a diversas mídias sem contato (smart cards, EMV cards e smartphones) com o intuito de estruturar variados modelos de tarifação (account based ticketing, tap in - tap out e pay as you go). Por fim, a iniciativa que integra todos os serviços em uma solução promove uma operação em conjunto ou de forma separada. Em seguida, há a habilidade escalável na qual o serviço é completamente hospedado em nuvem com o auxílio de um sistema singular de manutenção, atualização e suporte - o que permite escalar a qualquer momento sem a ocorrência de migrações de base de dados ou troca de servidores.

Outra faceta do recurso é a de flexibilização onde a implantação das funcionalidades ocorre em um formato ágil com prevenção de riscos e baixo investimento inicial. Portanto, os operadores estão aptos a redesenhar rapidamente tarifas, regras de negócio, produtos e canais de vendas. Por sua vez, a abrangência também faz parte da iniciativa ao disponibilizar aos operadores pacotes de serviços prontos a fim de eliminar a preocupação com questões burocráticas e ampliar a visão estratégica. Ainda sob o guarda-chuva do TaaS, o custo-efetivo destaca-se devido a oportunidade de pagamento a partir de métricas reais e a ausência de comprometimento com gastos de infraestrutura.

“Para nós, a tecnologia de ticketing-as-a-service representa uma grande inovação para o setor de transporte público ao proporcionar a customização de funcionalidades dentro da realidade de cada consumidor. No entanto, o alcance do sucesso com o uso do TaaS remete a uma reflexão sobre as seguintes demandas dos passageiros: comodidade, segurança e agilidade”, afirma  Rafael Teles, diretor de produto da Transdata.

O especialista revela que a relação da Transdata com a tecnologia desenvolveu-se com a proposta de disponibilizar as entregas do serviço de tarifação de acordo com o nível de consumo do cliente a fim de evitar que as empresas tenham a necessidade de desembolsar grandes quantias. Afinal, a iniciativa permite habilitar ou desabilitar as funcionalidades que se deseja manter. Veja abaixo as soluções presentes no portfólio que se alinham a este conceito:

Bilhetagem Eletrônica

O sistema eletrônico de gestão de bilhetagem apresenta uma configuração simples, mas modular a fim de inserir o poder de escolha das funcionalidades nas mãos dos operadores. Em termos técnicos, a plataforma tem a capacidade de automatizar a tarefa de arrecadação financeira a partir da aceitação de diferentes meios de pagamentos (smartphones, cartões bancários EMV e QR Code). Já a base de dados é robusta com uma gama de 350 espécies de relatórios online que contam com um menu completo dos dispositivos em uso e trâmites financeiros. Estes materiais podem ser exportados em variados formatos, inclusive em ferramentas de Business Intelligence.

Tarifa Georreferenciada

A tarifa georreferenciada permite a ocorrência de um fluxo de cobrança personalizado por um ou mais trechos em um processo automatizado com o uso de coordenadas de geoposicionamento. Ou seja, a localidade de embarque é registrada no momento em que o passageiro passa o cartão. Este procedimento se repete no desembarque a partir do reconhecimento da geolocalização no qual a tarifa é calculada e a catraca liberada mediante ao pagamento.

Andriei Galdini
MaaS: o futuro da mobilidade chegou (e encontra-se nas mãos dos passageiros)
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Atualmente, a sociedade vive o período da 4ª revolução industrial caracterizado pelo avanço da tecnologia que provoca constantes transformações de mercado - o que alavanca as empresas inovadoras, mas coloca em risco a sobrevivência dos negócios estagnados. Neste contexto, as lacunas presentes nos serviços dos transportes públicos contribuíram para o crescimento de fornecedores privados de mobilidade. Segundo informações divulgadas pela consultoria Deloitte, os aplicativos estão conquistando cada vez mais os passageiros. Em 2014, o modelo de carro compartilhado contava com uma média de 5 milhões de adeptos. Entretanto, ao longo de quatro anos projeta-se um aumento para 23 milhões de usuários.

Ao analisar o histórico de evolução da mobilidade, é possível identificar que o futuro deste setor trata-se da integração de todas as plataformas de transportes - públicos e privados - em prol da disponibilização de uma jornada personalizada aos passageiros. “O sistema de venda e compra aprimorou-se a partir das mudanças sociais no qual deixou de seguir as regras das companhias e consequentemente empoderou os consumidores. Logo, a aquisição de um serviço ou produto segue um simples caminho: desejar, clicar e consumir. Por sua vez, o nicho dos transportes também foi impactado sendo que as pessoas priorizam um modelo de funcionamento que atenda as reais necessidades de cada uma. A iniciativa de unir o trabalho de ônibus, metrôs, trens, apps e afins é uma questão de aproveitar uma oportunidade mercadológica benéfica às partes envolvidas”, afirma Paulo Tavares, CEO da Transdata.

Na prática, a possibilidade de integração dos modais já concretizou-se em certos países ao redor do mundo tais como Finlândia e Inglaterra sob o nome de Mobility as a Service (MaaS). Em tradução livre, a mobilidade como serviço é uma funcionalidade inteligente que insere os passageiros no centro dos processos a fim de identificar em tempo real as melhores alternativas de trajetos de acordo com as preferências pessoais. A plataforma digital também inclui serviços de entregas. “O recurso que atua com base em atividades de big data e cloud computing precisa apenas de um único dispositivo para reservar as viagens, emitir os bilhetes e finalizar o pagamento sendo útil em diferentes cidades. Portanto, não há a necessidade do usuário ter que trocar de aplicativo quando estiver fora da zona de costume”, explica o CEO.

Quando o assunto são os benefícios do MaaS, encontram-se os seguintes fatores: amenização do congestionamento devido à redução de veículos nas vias, diminuição dos acidentes de trânsito, otimização da qualidade do ar e eliminação do período de espera de transportes como o táxi à espera de um cliente. Outro ponto positivo da inovação é o investimento que passa de um custo geral para um pagamento por viagem ou taxa mensal levando em consideração uma distância específica. “Entre as condições necessárias para a ocorrência da funcionalidade está a inserção dos smartphones em redes 3G/4G/5G, estruturas de altos níveis de conectividade para wi-fis e eficiência na segurança no armazenamento de dados. Então, é imprescindível a ação conjunta das transportadoras, telecomunicações, governo e transportes privados. Mas, o esforço nesta nova abordagem vale muito à pena. Uma boa experiência de uso ao passageiro é a chance de disrupção que os transportes tanto esperavam para uma conexão de caminhos capaz de fazer a diferença na mobilidade”, pontua o especialista.

Andriei Galdini
Como (e porque) investir em uma gestão estratégica da empresa
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Você sabia que em um ano se produz 1,5 bilhões de gigabytes de informação ao redor do mundo? O que representa uma média de 250 megabytes para homens, mulheres e crianças do planeta. Em termos figurativos, seriam necessários dez computadores para cada um deles conseguir armazenar todos esses conteúdos. Contudo, apenas 25% da quantia gerada é utilizada de forma assertiva na sociedade enquanto que 75% torna-se inútil. Diante deste cenário, a telemetria surge para transformar esta realidade ao alavancar os negócios por meio de uma gestão estratégica.

O conceito tem origem nas palavras gregas “tele” (remoto) e “metron” (medida). Logo, refere-se a uma tecnologia capaz de analisar os dados à distância em uma transmissão em tempo real independente da hora e local. Na prática, a iniciativa funciona via uma rede wireless interligada a um sistema de ondas de rádio ou a um satélite com o papel de coletar as informações a fim de transmiti-las para uma central de controle que irá interpretá-las e como consequência transformá-las em insights valiosos para a empresa.

Atualmente, o recurso marca forte presença no segmento do transporte onde permanece acoplado de maneira “invisível” nas estruturas dos veículos que também apresentam antenas transmissoras na intenção de promover uma comunicação direta com a central. “Sem a telemetria as decisões podem resultar em impactos negativos para o negócio tal como um crescimento descontrolado de custos em processos da operação. Portanto, é inevitável apoiar-se no avanço tecnológico no momento de alcançar uma companhia analítica. Ou seja, aquela que utiliza os dados gerados ao seu favor no momento de avaliar o desempenho, identificar os pontos fortes, aprimorar processos com agilidade e conquistar novas oportunidades no mercado. Em suma, a gestão estratégica traz sustentabilidade e inteligência para a equipe”, afirma Rafael Teles, diretor de produtos da Transdata.

Veja abaixo os quatro principais benefícios da tecnologia para quem trabalha com transporte.

Gestão de Frota A telemetria é eficaz nos comandos do sistema eletrônico de um veículo igual velocidade, frenagens e consumo de combustível. Por este motivo, os gestores de frotas estão aptos a acompanhar simultaneamente as funcionalidades em uso e antecipar falhas de potência.

Desempenho do motorista Conhecer o desempenho de um colaborador que atua em um local diferente é um procedimento complexo. Neste caso, o meio ajuda na mensuração do nível de produtividade do motorista com as possibilidades de verificar as horas trabalhadas e as rotas percorridas.

Gerenciamento de crises Ao ser alinhada a funcionalidade de rastreamento veicular, a telemetria é ótima na identificação de ocorrências de assaltos e acidentes.

Valorização do serviço Em episódios que seja necessária a venda das frotas, ter um dossiê completo dos veículos é um atrativo, pois as pessoas costumam se interessar pela trajetória dos automóveis.

Case de Sucesso O sistema de transporte Viação Cidade Corumbá em Mato Grosso do Sul que tem uma parceria com a Transdata desde 2015 recebeu em fevereiro deste ano as seguintes atualizações na solução de bilhetagem eletrônica: modernização dos validadores para os atuais modelos V6, implantação do rastreamento de frota via GPS, disponibilização de um aplicativo voltado ao controle de rota em tempo real dos passageiros e adoção da telemetria. “A Transdata está muito contente em contribuir com melhorias na mobilidade das pessoas a partir do fortalecimento de tecnologias integradas nos veículos de Corumbá. Juntos, podemos conectar mais caminhos”, pontua Teles. Ao todo, os recursos estarão presentes em 25 ônibus locais.

Andriei Galdini
4 tecnologias que você deve prestar atenção em 2019
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O futuro está sob o guarda-chuva da tecnologia. Ultimamente, esta reflexão é realizada com frequência no mercado. Mas, talvez você não tenha percebido ainda que ela faz toda a diferença para o seu negócio. Neste contexto, a Dell divulgou em parceria com a Dimensional Research que 97% dos executivos ao redor do mundo investem na transformação digital sendo que a mobilidade aparece entre as áreas destinadas às modificações.

Por outro lado, a pesquisa SAP Digital Transformation Executive Study identificou que somente 3% das empresas já completaram a jornada tecnológica internamente - o que indica que o caminho ainda precisa ser bastante explorado. “O transporte foi idealizado com a intenção de otimizar o cotidiano das pessoas. Portanto, ter sucesso no negócio significa atentar-se às novas exigências do público. Atualmente, os profissionais deste nicho devem ter uma atitude pró-ativa durante a ruptura porque estagnar na transformação digital gera riscos. Afinal, é impossível adiar o progresso”, afirma Paulo Tavares, CEO da Transdata.  

Isto posto, 2019 já começou com a apresentação de tendências tecnológicas. O evento Consumer Electronics Show (CES) que aconteceu em Las Vegas, nos Estados Unidos, reuniu cerca de 4,5 mil produtos. Por sua vez, a Transdata selecionou aqueles que o setor de Transporte necessita prestar atenção neste ano. Confira abaixo! 

Biometria Facial

A evolução do sistema de biometria dos dedos é chamada de biometria facial. As pessoas têm traços faciais únicos, então, a tecnologia localiza estas características por meio de câmeras em uma ação denominada reconhecimento facial e as armazena no formato de algoritmos em um banco de dados. Atualmente, o recurso é útil em diferentes segmentos. Porém, no de transporte exerce o cargo de antifraude.  

Cloud Computing

Em tradução livre, a computação em nuvem refere-se a servidores remotos hospedados em datacenters capazes de armazenarem informações com o auxílio da internet. Ou seja, a tecnologia permite que os dados do negócio permaneçam online para serem acessados a qualquer hora e local.
No caso do Transporte, a tecnologia fornece a infraestrutura ideal para processar e armazenar os dados parrudos do segmento sem deixar de lado a precisão e a agilidade no sistema. O datacenter da Transdata, por exemplo, une um custo acessível com uma gama de especialistas para o suporte ao cliente. A ausência de despesas na instalação do produto também é uma forma de bonificar o consumidor.  

Big Data

O termo big data ou “grandes dados” como também é conhecido, nasceu na era da informação com a finalidade de filtrar o excesso de conteúdos dos quais as pessoas são expostas diariamente a fim de transformá-los em insights de valor para o planejamento estratégico da empresa.  

Uma atividade presente no cotidiano dos profissionais de transportes em que a tecnologia é extremamente eficaz é na gestão de frotas e operações. Afinal, um monitoramento de qualidade das informações geradas diariamente pelo trabalho da equipe do operacional resulta em um crescimento de satisfação dos passageiros.  

Neste sentido, a Transdata oferece uma solução completa. Além de contribuir com o sistema de big data por meio de um cruzamento de dados que possibilita o planejamento de linhas e pontos de parada essenciais para a redução dos custos de rodagem, o serviço de gerenciamento de frotas e operações da companhia contempla as seguintes necessidades: controle via GPS, rastreamento, posição no trânsito, horários, velocidade, comunicação com a CCO, solicitações de parada e indicação de comboio. 

5G

A próxima geração de conexão móvel sem fio é a 5G. Além de prever o aumento de eficiência em relação às modalidades de 3G e 4G, a tecnologia promete trazer a estrutura necessária para que a iot (internet das coisas) seja uma realidade.  

O conceito leva à bandeira de aparelhos interligados que se comunicam - o que torna possível uma validação da biometria facial acontecer em tempo real ou otimizar a rotina dos passageiros com a disponibilidade de um wi-fi dentro dos transportes que proporciona, por exemplo, a escolha simultânea das melhores rotas via aplicativo.  

Na verdade, esta foi a visão futurista da Transdata ao desenvolver um app que integra ferramentas aos softwares de controle operacional e telemetria a fim de disponibilizar aos passageiros os detalhes da viagem.

Andriei Galdini
5 motivos para começar a utilizar ônibus

Quando o assunto é transporte coletivo, as pesquisas indicam que os ônibus deixaram de ser a preferência dos brasileiros ao longo dos últimos tempos. Segundo informações divulgadas no Origem Destino, o uso do modal no deslocamento urbano diminuiu em 5% nos anos de 2007 a 2017. Em contrapartida, as viagens de trem aumentaram 55%. Por sua vez, o metrô ficou responsável por 53% da circulação. Neste contexto, ainda existem os aplicativos sendo que a cada quatro táxis três são Uber, 99 e afins. Ao todo, houve um salto de 424% na utilização destes meios.

Na prática, o estudo que costuma ser realizado pelo sistema metroviário no período de uma década, representa a confiança de horário que os passageiros depositam tanto no trem como no metrô. Já o intenso estabelecimento dos aplicativos no segmento de transporte coletivo é explicado pela disponibilização do controle do deslocamento nas mãos do usuário. Ou seja, a tecnologia permite definir o trajeto, tempo de percurso e custo de viagem a um clique. Por fim, a possibilidade de escolher o ponto de partida e chegada os tornam mais seguros.

Diante deste cenário, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo fez o seguinte convite aos participantes da semana da mobilidade que aconteceu em setembro na capital paulista: você já redescobriu a cidade por meio do ônibus? A verdade é que o modal também apresenta vantagens significativas para a sociedade, mas que muitas vezes passam despercebidas na correria do dia a dia. Pensando em lembrá-las, a Transdata listou os cinco principais motivos para começar a utilizar este meio de deslocamento. Confira abaixo:

  1. Economia - É inegável o benefício econômico que o ônibus tem. Enquanto uma passagem custa em média R$ 4,00, o carro é repleto de gastos. Além do alto valor de aquisição, o dono do automóvel individual precisa se preocupar com combustível, manutenção, imprevistos, estacionamento, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) e seguro (opcional, porém necessário).

  2. Tempo - O ônibus  não exige a atenção total do passageiro. Logo, o tempo pode ser aproveitado por meio de maneiras agradáveis como ler, colocar a série em dia, mexer no celular ou apenas descansar.

  3. Trânsito - As pessoas gastam cerca de duas horas por dia no trânsito. Mas, o ônibus otimiza até 20% deste período por conta do corredor exclusivo.

  4. Sustentabilidade - O ônibus também funciona com o combustível fóssil advindo do carbono que aumenta a emissão de gases poluentes na atmosfera e provoca o efeito estufa resultando no aquecimento global. Contudo, o impacto no meio ambiente é menor. Para transportar 48 pessoas são necessários 48 bicicletas, 40 carros e somente um automóvel coletivo.

  5. Novo olhar - A praticidade do ônibus auxilia no desenvolvimento de um novo olhar interno e externo. É possível identificar locais da cidade que haviam passado despercebidos, conhecer pessoas que se afinizam com a rotina, aumentar a qualidade de vida com a amenização do estresse ou ansiedade e se descobrir um cidadão mais consciente. Aproveite!

Andriei Galdinimodal, pesquisas, ônibus
De pessoas para pessoas: precisamos falar sobre a mobilidade humana
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Por Paulo Tavares, CEO da Transdata

A inconsistência do segmento de transporte coletivo no Brasil não é novidade para ninguém. De um lado existem os passageiros que precisam lidar diariamente com atrasos, filas, acidentes ocasionados por lotações e quebra de veículos durante o trajeto para conseguirem alcançar o destino final esperado. Ao todo, os brasileiros permaneceram 13,5 bilhões de horas nessas condições ao longo dos últimos dois anos.

Já na outra face da moeda, as empresas enfrentam dificuldades para manter os negócios em funcionamento. Segundo informações divulgadas pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 60,1% das companhias registraram queda na receita bruta. Por consequência, 74,6% tiveram um aumento nos custos operacionais e reduziram em 58,8% o número total de viagens realizadas.

Diante do panorama acima, é natural que os empresários foquem os esforços em otimizar a estratégia de negócio a fim de equilibrar o caixa e promover mudanças positivas no ecossistema. Mas, como liderar todas essas transformações? Este ainda é um questionamento que aflige a área dos transportes coletivos com frequência.

No mercado muito se fala sobre assumir uma visão estratégica ao alinhar os serviços prestados com os recursos tecnológicos. O objetivo em si é estimular o desenvolvimento das zonas urbanas ao disponibilizar veículos em qualquer horário para toda a população a custos acessíveis e com o pensamento no meio ambiente para resultar em um aumento da qualidade de vida dos seres humanos.

Caro leitor, este é o momento de fazer uma interrupção no artigo para lhe fazer uma provocação. É inegável a importância da tecnologia na sociedade atual - inclusive em alavancar experiências de deslocamento. Mas, se a proposta principal é incentivar uma modificação benéfica no estilo de viver das pessoas, então, por que não esquecer por alguns segundos as máquinas e abordar um tema fundamental: a humanização. Ou melhor dizendo, a mobilidade humana.

Na prática, a lógica do conceito é simples. Tratam-se de pessoas que reservam um determinado período de tempo na agenda para refletir sobre as reais necessidades das demais pessoas. Ou seja, é quando a companhia insere o passageiro no centro das tomadas de decisões. Por exemplo, destinar um maior número de veículos em um certo trajeto por conta do grande fluxo de interessados em utilizá-los ou oferecer um aplicativo que permite ao passageiro encontrar as rotas menos conturbadas do dia.

Por fim, te convido a embarcar conosco na jornada em prol da mobilidade humana. Vamos juntos conectar mais caminhos! Para mais informações, acesse: www.itstransdata.com.

Andriei Galdini
Quando a mobilidade em transporte coletivo acontece a apenas um toque

“Fiquei muito ansioso para experimentar a tecnologia de pagamentos via dispositivo móvel desde que o recurso despontou no mercado há anos atrás. Então, comecei a utilizar a solução imediatamente quando ela chegou ao Brasil para pagar a conta da pizzaria, por exemplo. Por este motivo, me entusiasmei ao ver uma catraca de metrô com um validador da Transdata embutido sendo destravada por meio de um celular. Porém, era apenas uma demonstração realizada na feira da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). Ou seja, não me remetia ao gostinho de realidade... 

Recentemente, confesso que me emocionei ao andar de ônibus urbano em Brasília e ter a possibilidade de pagar a passagem a um toque (como sempre faço em compras de supermercado ou padaria). Foi simples. Apenas aproximei o celular do nosso validador V5. 

O que eu quero dizer com estas palavras é que a missão da empresa de construir uma conexão entre serviços, tecnologias e caminhos aos poucos ganha vida. Fico feliz em atribuir este resultado ao trabalho diário de toda a equipe que se mostra disposta a pensar em soluções cada vez mais inovadoras em prol de melhorias no transporte coletivo”. 

Parte da evolução

O depoimento acima de Paulo Tavares, CEO da Transdata, reflete a atuação da organização no movimento social de transformação tecnológica. Afinal, a tecnologia está presente no cotidiano das pessoas com o objetivo de otimizar as atividades do dia a dia. Então, por que não aplicá-la também na evolução do transporte coletivo? 

Talvez este pensamento ainda seja considerado futurista por muitos especialistas do segmento, mas a verdade é que já foi concretizado no presente pela Transdata. Quando se trata de alinhar recursos tecnológicos a veículos coletivos para beneficiar a experiência do passageiro, a empresa apresenta uma ampla gama de soluções e dispositivos. Neste contexto, voltado ao pagamento instantâneo dos bilhetes o portfólio conta com o validador V6. 

Na prática, o sistema opera de maneira intuitiva e dinâmica ao validar o pagamento em 0,3 segundos. Além de economizar o tempo dos passageiros, a iniciativa evita a formação das temidas filas. 

O que achou da novidade? Para mais informações, acesse: www.itstransdata.com

Andriei Galdini
A inteligência em prol do desenvolvimento urbano
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Imagine o seguinte episódio: é dia de semana e você se encaminha até o ponto de ônibus para ir ao trabalho. Mas, o tempo começa a passar, não há nenhum transporte em vista e sua preocupação só aumenta. Diante deste cenário, e se a tecnologia pudesse ser utilizada para solucionar desafios do cotidiano? Uma sinalização eletrônica eficaz ou aplicativos responsáveis por comunicar o status do trânsito em tempo real e indicar as melhores escolhas, por exemplo. Esta é a proposta das smart cities ou cidades inteligentes em tradução livre.

 A iniciativa é considerada inteligente por usar recursos tecnológicos a favor da aceleração do desenvolvimento de centros urbanos a fim de torná-los eficientes e gerar um aumento da qualidade de vida da população. Na prática, tem o objetivo de disponibilizar serviços em qualquer horário para toda a população a custos acessíveis e com respeito ao meio ambiente. Ou seja, é um caminho para preencher as necessidades sociais sem abrir mão da sustentabilidade e economia. O ideal vai muito além de somente um crescimento de capital e apresenta variações conforme o patamar de desenvolvimento do local.

 A ideia que ganhou força nos últimos cinco anos surgiu em contraposição ao conceito de cidades globais que estava sendo questionado com frequência na década de 90. Afinal, o investimento tecnológico em busca da modernização voltada para atrair grandes empresas aumentava as desigualdades e a segregação urbana.

 E onde fica a mobilidade urbana neste contexto? Na verdade, é uma das bases que formam as cidades inteligentes.  

 

A mobilidade nas cidades inteligentes

Em conjunto com a mobilidade, elementos como planejamento urbano, inclusão social, economia sustentável, meio ambiente e governança estratégica são pilares da cidade inteligente. Contudo, o deslocamento urbano é um dos maiores desafios. Isso porque além de apresentar algumas lacunas atualmente, o sucesso dos transportes depende do equilíbrio entre a oferta e a demanda. Então, o aumento da população é capaz de interferir nesta parte – tudo fica ainda mais complexo, quando adicionamos os dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a instituição, as zonas urbanas ao redor do mundo contarão com 2,5 milhões de pessoas até 2050.

O primeiro passo para lidar com a mobilidade nas smart cities é ter em mente que os processos devem ser idealizados para as pessoas e não para os veículos. Ou seja, é fundamental evitar congestionamentos, emissões de gases do efeito estufa, acidentes de trânsito e valorização de veículos individuais para conseguir fomentar locais inclusivos, acessíveis, sustentáveis, seguros e conectados.

“Para funcionar de uma maneira inteligente, não basta refletir só no operacional. É necessário trabalhar por um ambiente urbano saudável no qual a população sinta-se acolhida e valorizada. Neste sentido, é inegável o auxílio da tecnologia para alcançar esta missão. No caso dos transportes coletivos, as estratégias devem ser voltadas para otimizar as dinâmicas entre passageiros e condutores com aspectos de sustentabilidade e segurança”, afirma Rafael Teles, diretor de produtos da Transdata.

De acordo com ele, o transporte individual traz conforto para quem usufrui dele, mas cobra uma conta pesada ao meio ambiente e à qualidade de vida nas cidades. “Não existe conforto quando se tem que passar horas num engarrafamento. O ganho de tempo é essencial, por isso as pessoas gostam tanto dos metrôs: não há nenhum tipo de luxo neles, mas o ganho de tempo compensa”. Nesse sentido a tecnologia pode ajudar a tornar o transporte público mais atrativo, combinando as vantagens do transporte coletivo e a flexibilidade do transporte individual. Conceitos como MAAS (Mobility As A Service) e Redes de Transporte Responsivas são as novas fronteiras da mobilidade urbana nas cidades inteligentes. Falaremos mais sobre esses conceitos em breve.


E você, de que forma contribui para o desenvolvimento urbano?

A Transdata tem um portfólio repleto de soluções com esta finalidade. Portanto, caso precise de ajuda nesta jornada, acesse: www.itstransdata.com.  

Andriei Galdini
Rumo à conexão de caminhos
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Ao pé da letra, mobilidade urbana significa “facilidade para se mover”. Ou seja, é uma condição que tem o objetivo de proporcionar fluidez ao deslocamento de pessoas e cargas em uma cidade por meio da priorização do transporte coletivo – caro leitor, este é o momento em que interrompo a leitura para te dizer uma verdade: a realidade não é bem assim. Na prática, manter a qualidade na locomoção urbana é um grande desafio.

Por esta razão, a temática passou a ser discutida com mais frequência entre órgãos públicos e privados. Diante deste cenário, a Transdata identificou a necessidade de sair da caixa e elaborar um reposicionamento mercadológico no qual alinha a tecnologia a inserção do ser humano no centro dos processos a partir do conceito “conectando caminhos”. “As pessoas justificam a existência dos transportes públicos, então, é fundamental ter iniciativas que resultem em melhorias no cotidiano dos passageiros. Por outro lado, é impossível ignorar a contribuição dos recursos tecnológicos nesta missão. Este é o futuro”, afirma Rafael Teles, diretor de produtos da Transdata. A empresa presente no mercado de desenvolvimento de soluções integradas em ITS há 25 anos também se propôs a construir dispositivos inovadores não só para os ônibus, mas, para todo o ecossistema do transporte

Gostou das novidades? Bom, elas não param por aí. Pensando em incentivar discussões capazes de inspirar o segmento, a Transdata criou este canal de comunicação com clientes, fornecedores e passageiros. O blog terá atualizações mensais com informações relevantes que giram em torno de tendências, dicas, curiosidades, tecnologia e mobilidade.

Transdata apresenta novo posicionamento de marca na LAT.BUS Transpúblico 2018
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Tagline “conectando caminhos” amplia a visão de futuro da mobilidade urbana e humana

Após passar por um processo de rebranding iniciado em 2017, a Transdata apresenta ao mercado sua nova marca e seu novo momento de negócios em stand na LAT.BUS Transpúblico 2018, que acontece em São Paulo, no Transamérica Expocenter, de 31 de julho a 2 de agosto.

Uma das maiores empresas do Brasil no desenvolvimento de soluções integradas em ITS dedicadas à mobilidade urbana e reconhecida pela experiência na bilhetagem eletrônica de mais de 360 cidades, a Transdata sentiu a necessidade de atualizar sua identidade visual, atrelada ao processo de expansão de mercado.

Elaborado em parceria com a Ana Couto Branding – agência reconhecida internacionalmente e que tem entre seus cases a reconstrução da marca do banco Itaú –, o novo posicionamento da marca reflete a postura da empresa ao longo dos seus 25 anos e reforça o compromisso em construir soluções inovadoras, que atendam não apenas os sistemas de transporte por ônibus, mas todo o ecossistema da mobilidade urbana. 

O novo posicionamento e a nova marca da Transdata abrem mão do antigo Smart (que até então acompanhava a tipologia) e carrega a tagline “conectando caminhos”, que simboliza a proposta da empresa de criar novos rumos por meio de soluções inovadoras e tecnológicas. “Somos uma empresa que se propõe a conectar caminhos e ser referência para a mobilidade. A nova marca representa uma evolução na personalidade da Transdata, cujo propósito é expandir a mobilidade humana, desenvolvendo novas tecnologias que melhorem a experiência do usuário do transporte público”, diz Rafael Teles, Diretor de Produtos da Transdata. “As pessoas estão no centro de tudo e a tecnologia só faz sentido quando ajuda a construir caminhos para melhorar as suas vidas”, acrescenta.

Passo a passo

Para atingir o novo resultado, foi aplicada uma metodologia de desenvolvimento da nova marca durante seis meses, que passou pelas fases de diagnóstico (análise da Transdata sob o ponto de vista de negócio, marca e comunicação), construção da plataforma da marca (identificação do arquétipo e da personalidade da marca, qual seu propósito no mundo e seu posicionamento de comunicação), passando à criação efetiva da nova marca e o seu novo universo visual, ou seja, suas cores proprietárias, elementos, fonte, texturas e regras claras de como a marca deve se comportar. 

Ao mesmo tempo, a empresa trabalhou numa ampla revisão do seu portfólio de produtos e serviços, o que resultou em uma série de novidades que começarão a ser apresentadas na LAT.BUS Transpúblico 2018. Entre elas, uma solução para reserva e emissão de passagens em linhas rodoviárias, junto com uma ferramenta exclusiva de Relacionamento e Fidelização. Outras novidades são a nova geração de câmeras de biometria facial e novas soluções em autoatendimento embarcado e de retaguarda.

Informações para a imprensa:
Daniela Licht – (41) 9 9228-9577 / daniela@caiopublicidade.com
Visite o estande na Transdata na LAT.BUS Transpúblico 2018

Mateus Banti